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sábado, 13 de outubro de 2012

RUKE, de JÚPITER – Parte II - Histórias de Maldek e o Sistema Solar.





Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO GALÁTICA.



                                              

Os gracianos (Planeta Gracyea) tiveram a habilidade de viajar através do espaço desenvolvida centenas de anos antes dos nodianos, habitantes do planeta NODIA. Foi através dos gracianos que o povo de MALDEK, os maldequianos, conseguiram obter a tecnologia para viagens espaciais. Mesmo após os nodianos terem conseguido desenvolver a tecnologia para viagens espaciais, eles nunca cruzaram os caminhos dos gracianos até eles entrarem em contato uns com os outros no planeta Terra.


RUKE de PARN/Júpiter

“Eu vou falar do brilhante orbe de fogo adormecido chamado de Grande RELT (o planeta Júpiter). Além disso, vou passar para você (telepaticamente) uma descrição dessa minha primeira vida, quando àqueles enfeitados com as penas brilhantes de aves me levaram com eles em sua sagrada missão ao Planeta que vocês chamam Terra. Eu vou contar para você as várias vezes que eu vivi na Terra porque o meu espírito ficou preso ao planeta pelas leis determinadas pelos Elohim desde o começo da eternidade. Eu revelarei a você através de Nedart, o sumeriano. É minha esperança que você perceba esta transmissão das imagens das minhas lembranças de forma clara e em harmonia com o seu WA*”.

Eu Sou RUKE DE PARN. {Parn é um planetoide (A atual Lua Calisto) do Radiar RELT (planeta Júpiter). O WA se relaciona com o estado de ser psíquico mais satisfatório de uma pessoa}.

UMA ESCALA EM MALDEK

Nós tivemos mais dois períodos de sono antes que a espaçonave assumisse uma órbita em torno do planeta MALDEK. O veículo permaneceu em órbita do planeta por cerca de seis horas e então aterrissou na superfície do planeta MALDEK. Quando as paredes da espaçonave de nosso acampamento se tornaram transparentes nós pudemos ver um dos mais belos mundos em toda a criação. Para à nossa esquerda havia um edifício construído com blocos de pedra de cor caramelo que brilhavam à luz do sol como se fossem feitos de ouro.

O edifício tinha muitos andares e um número de torres de diferentes tamanhos. Partes da estrutura adentravam dentro de uma colina coberta com um verde gramado e árvores com folhas púrpuras e vermelhas. Direto à frente e à nossa esquerda e tão longe quanto podíamos enxergar havia um gramado a perder de vista. Não muito distante havia montanhas, das quais algumas estavam com o topo coberto de neve e com o céu ao fundo se apresentando em um azul brilhante.

Nós assistimos como muitos maldequianos de nossa espaçonave se dirigiram caminhando para esse complexo de edifícios e foram recebidos por vários outros de sua raça. Entre estes que os receberam havia várias belas mulheres maldequianas. Entre àqueles que davam as boas vindas havia também um número de pessoas de porte alto e magras, homens e mulheres que não se pareciam com os maldequianos de nenhum modo. Eles estavam finamente vestidos, mas de fato eram servos, que eram chamados de Simms.

Os Simms eram de fato a única raça de seres que os maldequianos consequiam tolerar em sua presença para fisicamente lhes servirem.

A raça humana de MALDEK percebia todas as demais raças humanas do universo como inferiores e unicamente destinadas a lhes servirem, eles se consideravam superiores a todas as demais raças que encontrassem (n.T. – A síndrome do POVO ELEITO, existe algo muito “PARECIDO” em nosso planeta atualmente). Este comportamento também se estendia aos gracianos, embora dissimuladamente os maldequianos demonstrassem respeito e afeto quando em sua presença. Esta charada durou o tempo necessário apenas enquanto os maldequianos conseguissem o que eles queriam dos gracianos sinceramente amorosos, altamente espirituais e conhecedores da geometria sagrada que usavam em suas construções. Para nós de PARN não foi permitido que deixássemos a espaçonave mesmo que a atmosfera de MALDEK fosse similar àquele da Terra/Sarus. Um dia maldequiano tinha a duração de 29 horas do dia equivalente na Terra. À noite era possível de se ver uma pequena Lua de Maldek que eles chamavam de Malura.

Após dois dias e noites estacionados em MALDEK, a espaçonave uma vez mais se lançou ao espaço exterior e começou a sua viagem em direção ao planeta SARUS/Terra. Naquele tempo as órbitas dos planetas (Vênus, Terra, Marte e MALDEK) e radiares (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) nunca foram muito distantes uns dos outros (mesmo para os mais antigos tipos de espaçonaves). A distância entre as órbitas planetárias é uma coisa, mas é essencial saber a localização exata de ambas as órbitas, tanto do planeta de partida quanto do planeta de destino. Algumas vezes era prático viajar a algum lugar da órbita do planeta de destino ou esperar que ele viesse até você ou se deslocar para alcançá-lo.

Se os maldequianos percorressem a distância de seu planeta para o ponto mais próximo relativo ao caminho orbital da Terra, eles teriam que esperar ainda mais de nove meses para a terra vir de trás do sol e encontrar a sua espaçonave. Os maldequianos não eram pessoas (e ainda não são) que esperavam pacientemente, então eles cortaram caminho através da órbita de Marte e Vênus para alcançar a Terra o mais rápido possível. Eles perseguiram o planeta por mais de um mês em velocidade maior do que a do próprio planeta Terra.



CALISTO (PARN) é uma lua de Júpiter, “descoberta” em 7 de janeiro de 1610 por Galileo Galilei. É a terceira maior lua do Sistema Solar e a segunda maior do sistema Jupiteriano/Joviano. Tem cerca de 99% do diâmetro de Mercúrio, mas apenas um terço de sua massa. É a quarta lua de Galileu por distância a Júpiter, com um raio orbital de cerca de 1 880 000 quilômetros. Não faz parte da ressonância orbital que afeta os outros três satélites de Galileu (IO, Europa e Ganymedes), e portanto, não sofre aquecimento pelas forças de maré.

Sua rotação diferencial é síncrona, ou seja, uma face está sempre virada para Júpiter, enquanto a outra nunca é visível do planeta. A superfície de Calisto é menos afetada pela magnetosfera de Júpiter do que os seus outros satélites internos porque sua órbita está mais afastada do planeta.(Wikipédia)

ATERRISANDO NA TERRA, EM MIRADOL (MÉXICO)

Eventualmente nossa espaçonave foi apanhada pela gravidade da Terra e nós aterrissamos em uma colônia graciana chamada de Miradol (hoje vocês conhecem este antigo local como Teotihuacan no México). Os gracianos estavam extremamente ocupados com a construção dos edifícios da cidade e estavam próximos de finalizar a construção de vários edifícios com sua estrutura feita de blocos de pedras, um dos quais ainda existe e é chamado de o TEMPLO DE QUETZALCOATL (A Serpente Emplumada). Para mim foi revelado que este tipo de criatura (uma serpente com penas iridescentes além de escamas ) realmente existia no planeta GRACYEA e que cresia até o tamanho de cerca de 30 pés de comprimento (9,50 metros) e que era coberta por escamas e penas multicoloridas e iridescentes. Os gracianos não adoravam este animal, mas empregavam a sua imagem assim como os da Terra se utilizam de algo semelhante de um animal em particular como um logo ou um símbolo.

Barco era o nosso supervisor e superior imediato. Onde quer que ele fosse nós iríamos junto com ele. Quando ele parava em algum local, nós imediatamente parávamos também e nós não nos movíamos até que ele nos dissesse para segui-lo. O grupo de nossa aldeia de PARN montou o seu acampamento cerca de uma meia milha (804,5 metros) distante do centro do local de construção dos gracianos. Nos foi dito que o nosso local de trabalho não seria em Miradol (Hoje Teotihuacan, no México) mas que lá estvávamos para aprendermos como seria o nosso trabalho. Barco selecionou 20 pessoas (de ambos, homens e mulheres) para agir como um quadro de superintendente. Ambos, eu e minha esposa Croma fomos escolhidos para essa posição.

Nós aprendemos que a raça de Barco estava associada com os gracianos por mais de 500 anos. Eles originalmente providenciaram a mão de obra para a construção de muitos projetos de edifícios dos gracianos que havia sido feitos anteriormente em mundos de outros sistemas solares, mais recentemente um projeto no planeta de seu sistema local que vocês chamam de MARTE (n.T. Edifícios conhecidos hoje como a Cidadela existente no local da Planície de CYDONIA, em MARTE, fotografada pela primeira vez, pela Sonda Viking, da NASA, em 1976).



O povo de Barco subiu de posição devido à sua aquisição da compreensão do modo graciano de construir edifícios (usando a GEOMETRIA SAGRADA). Os gracianos eram empreiteiros muito bem pagos pois tinham e tem um grande conhecimento em GEOMETRIA SAGRADA e como ela se relacionava com as leis da natureza (N.T. As mesmas leis que determinam a estrutura material de todo o COSMOS, criadas e usadas pelos deuses (Elohim) criadores na criação de TUDO QUE EXISTE de acordo com o Plano Mestre D’Aquele sobre Quem nada pode ser dito). Eles eram pagos com ouro e outros materiais que eles desejassem.

Os gracianos (Planeta Gracyea) tiveram a habilidade de viajar através do espaço desenvolvida centenas de anos antes dos nodianos, habitantes do planeta NODIA. Foi através dos gracianos que o povo de MALDEK, os maldequianos, conseguiram obter a tecnologia para viagens espaciais. Mesmo após os nodianos terem conseguido desenvolver a tecnologia para viagens espaciais, eles nunca cruzaram os caminhos dos gracianos até eles entrarem em contato uns com os outros no planeta Terra. Eu realmente não quero dar a impressão de que o povo Graciano era materialista. De fato, eu hoje penso que eles são uma das raças mais espiritualizadas que jamais existiu em todo o Universo. O seu amor e estudo pelaGEOMETRIA SAGRADA produziu maravilhosas coisas que beneficiaram a humanidade inteira universal. Eles tratam a todos os povos como seus iguais, mesmo a nós, então indivíduos grosseiros e ignorantes de PARN.

Barco nos disse que havia várias centenas de equipes de construção de GRACYEA como aquela existente atualmente na Terra, construindo coisas em outros mundos em diferentes sistemas solares. A equipe Graciana de construtores da Terra se referia a si mesma como o povo de ITOCOT-TALAN, que era realmente o seu chefe, um sábio ancião e que sabia tudo o que se havia para saber sobre GEOMETRIA SAGRADA e de como se construir edifícios de qualquer tipo seguindo a ordem natural de suas leis. Alguns diziam que ele tinha sido favorecido pelos Elohim (N.T. Plural de EL, os deuses criadores do Universo) e possivelmente também tinha a atenção do CRIADOR DE TUDO QUE FOI, É, E SERÁ (n.t. Aquele sobre Quem nada pode ser dito, o Criador dos deuses – dos Elohim – inclusive).

O POVO NATIVO DA TERRA E OUTRAS RAÇAS HUMANAS

O povo nativo da Terra era na sua maior parte um pessoal gentil, apesar de alguns se darem ares de superioridade que era um comportamento que copiava o de seus arrogantes governantes maldequianos. Havia um grande número de habitantes da Terra vivendo próximos às construções gracianas de MIRADOL e também indo e vindo de local onde alimento e outros itens eram entregues por carroças puxadas por cavalos, camelos e elefantes.Os nativos habitantes da Terra tinham hábitos e religiões que eram muito estranhos para nós de PARN/Calisto. As suas mulheres tinham o costume de cobrir as suas faces com véu e nunca se alimentavam na presença de um homem. Eles carregavam muitos amuletos e encantos que eles acreditavam que tinham poderes mágicos. Alguns deles carregavam tantas dessas peças consigo que mal podiam se mover por causa do seu peso.

Vários cultos religiosos da Terra realmente adoravam os maldequianos como os seus deuses (N.T. Nada muito diferente dos dias de hoje). Se uma pessoa da Terra obtivesse uma benção de algum maldequiano para um de seus amuletos mágicos, ela ficaria extremamente radiante e feliz. Todos os povos da Terra se referiam aos maldequianos como “os radiantes”. Havia também uma grande proporção de habitantes da Terra que adoravam o Senhor Deus EL do seu planeta. Este grupo era liderado por velhos sacerdotes que praticavam a mais antiga religião do planeta, mas as suas demandas e pedidos de mais respeito pelo EL do planeta estava sendo rejeitada pela juventude de seu povo, que favorecia a adoração dos maldequianos como deuses, o que incluía o uso de DROGAS, ÁLCOOL e a pratica do SEXO DESENFREADO (n.T. Uma prática que parece ser o comportamento da maioria, principalmente nos dias atuais e finais na Terra).

Na verdade eu provei álcool na forma de vinho, cerveja e às bebidas que são produzidas pela fermentação de vários cereais. Eu costumava beber ocasionalmente quando eu logo cheguei no planeta Terra.Eventualmente Barco manteve uma ração de baixa quantidade dessa bebida para nós por uma óbvia e boa razão. Quando muito mais tarde a minha vida caminhava para o seu fim eu me embriagava bebendo até o esquecimento o tanto quanto eu podia. Dentro de mais um ano milhares de outros de nós, de PARN/Calisto, e dos demais planetoides do Radiar RELT/Júpiter começaram a chegar em MIRADOL.

Havia aqueles vindos de FRANET (Ganymedes) e SOVIA (Mercúrio) assim como de outros planetoides habitados que orbitavam o Radiar RELT/Júpiter. Eu não poderia lhe apontar qualquer diferença entre os habitantes oriundos de PARN e uma pessoa vinda de qualquer um dos outros planetoides do Radiar RELT/Júpiter- isto é, até que tentássemos conversar uns com os outros. Era muito frustrante porque todos nós falávamos em diferentes línguas. Esta condição caótica continuou até que todos nós concordamos com a utilização de certos sinais feitos com as mãos que mais tarde foram acompanhados por palavras simples da linguagem dos gracianos.



Localização de SÍRIUS, principal estrela da Constelação do Cão Maior (Canis Major), estrela sagrada para todas as culturas antigas da humanidade e a mais brilhante nos céus da Terra. No Egito SÍRIUS era chamada de Sothis e o festival anual mais importante do Egito que se iniciava em 25 de JULHO e durava uma semana era em sua homenagem, era a festa que marcava o início do ano novo egípcio (e era o dia FORA DO TEMPO comemorado pelos MAIAS). Era a estrela dedicada à GRANDE MÃE ÍSIS.

Entre os novos trabalhadores chegados à TERRA havia uma outra raça negra de um outro sistema radiarlocalizado em um distante sistema solar. O sol central deste sistema é conhecido por vocês hoje como a estrela SÍRIUS A. O radiar atualmente orbitado se chama por SÍRIUS B. Nos seus dias atuais os descendentes desse povo vivem no continente da ÁFRICA e são chamados de DOGON.



Centenas de anos atrás em seu atual período histórico os DOGONS foram contatados por alguma raça de fora da Terra (desculpe-me mas eu não sei qual) que os informou de sua ancestralidade de fora da Terra contido em seu DNA ancestral de SÍRIUS.

Nos dias atuais em seu planeta Terra, o povo DOGON incluiu a configuração orbital e centro de massa do conjunto de estrelas/SOL triplo de SÍRIUS A, B, e C em sua arte e em seus ritos religiosos e sagrados. Sobre os DOGONS VEJA MAIS EM: http://thoth3126.com.br/dogons-o-povo-das-estrelas-de-sirius/

APRENDENDO A CONSTRUIR PIRÂMIDES

O meu povo foi treinado a lavrar/cortar pedras, a fazer/misturar argamassa, à medição e movimentação/transporte com as mãos de imensos blocos de pedra enquanto eles eram levitados/pairavam suspensos no ar por ondas invisíveis de energia (que cancelavam a atração gravitacional do campo eletromagnético da Terra atuando sobre as pedras). O corte e o polimento dos blocos de pedra eram feitos apenas pelos gracianos, que se referiam ao projeto arquitetônico que consultavam em computadores portáteis que pendiam pendurados de seu pescoço.



Esquema do sistema solar Triplo de SÍRIUS e os seus componentes, A, B e C, um fato conhecido pelos DOGONS desde tempos imemoriais.

Durante o nosso período de treinamento nas construções nós interagíamos com o pessoal de Barco. Foi deles e com eles que nós aprendemos sobre a existência dos Elohim e do Supremo Criador de Tudo que foi, é e será. Foi com eles que também aprendemos que deveríamos evitar qualquer contato com os maldequianos se assim pudéssemos fazê-lo. Eles nos advertiram para que deixássemos os maldequianos como um assunto a ser tratado apenas pelos gracianos. Pelo tempo que nós deixamos o complexo de construções de MIRADOL (hoje Teotihuacan, no México), a sua construção estava bem encaminhada.

A Pirâmide que expressava o número chave de construção do reino da natureza em suas próprias formas estava quase acabada e a base da grande Pirâmide estava assentada. Esta massiva estrutura estava destinada a incorporar, e ser descrita pela linguagem da MATEMÁTICA SAGRADA. Um maior número de leis universais (através da sua geometria) estavam em suas formas do que as que havia na pirâmide menor (O número chave da natureza do qual eu havia faladomais cedo , é claro, é o número que hoje vocês conhecem e denominam como PHI 1,618033989...)

A Pirâmide menor em MIRADOL (Teotihuacan) é agora chamada de Pirâmide da LUA e a maior das três pirâmides é agora chamada de Pirâmide do SOL que não foi acabada sua construção pelos gracianos. Em seu presente estado (após sofrer várias reconstruções) que pode ser atribuído às sucessivas e infindáveis civilizações que ocuparam o local durante eons de tempo, incluindo os mexicanos há 85 anos atrás (última reconstrução). Os gracianos são responsáveis pela construção somente das dimensões de sua base e parte de sua primeira camada.



Como você sabe (Wesley Batemann, o autor), a base da pirâmide do Sol no México (foto anterior) e a base da Grande Pirâmide de Gizé (Egito) ambas tem o mesmo comprimento de 763,407 pés vermelhos de RÁ (243 x red PI, 3.333 x 1 red RAM, 150 x 1 red ankh unit and 720 red hunab units). O número 763,407 é também igual a 229,0221 red rams (rams= Ra meters). Um RAM vermelho é igual a 1.0053745989 metro standart. O número 229.0221 é igual a 72,9 (27×2,7) unidades de PI vermelho. O número 729 (27×27) é o recíproco da estrutura fina da constante para o elemento Hidrogênio. O número 229.0221 também contém 45 unidades de ankh vermelhos ou 216 x 1.0602875 (1 unidade de hunab vermelho).

A TERRA DE MIR (EGITO)

Os gracianos e os maldequianos usavam carros aéreos de baixa altitude para se deslocarem pelo planeta. Um pouco mais de seis meses após a nossa chegada na Terra, nós de PARN tomamos um voo curto de MIRADOL para a terra que hoje vocês chamam de Egito, que era então chamada de MIR naqueles tempos, em uma frota de carros aéreos e cada um levava cerca de 20 passageiros. A terra de MIR/EGITO era então COBERTA DE LUXURIANTE VEGETAÇÃO DE FLORESTA TROPICAL e me relembrou meu lar natal de PARN/Calisto. A Planície de GIZÉ onde se pode ver a Grande Pirâmide era mais alta em cerca de 4 pés (1,21 metros) em alguns pontos do que nos presentes dias.A superfície do platô era irregular e a nossa primeira tarefa foi a de limpar, depois nivelar e retirar os detritos dele.

Antes de nós começarmos com esse trabalho os gracianos gastaram vários dias fazendo leituras com suas bússolas magnéticas no local, que eles compararam com os alinhamentos magnéticos das moléculas que compunham o leito de rochas do platô. Desde a aurora até o amanhecer eles ESTUDARAM OS ALINHAMENTOS E POSIÇÕES DE ESTRELAS, CONSTELAÇÕES, PLANETAS E RADIARES. Baseados em suas observações astronômicas, eles determinaram quais as partes do platô eles deveriam cortar, quais partes eles deveriam incluir nas construções que seriam erguidas e quais as partes da área que eles iriam construir sobre o platô (embora houvesse pouca necessidade disso).

Ao amanhecer de cada dia os gracianos se voltavam para o Sol nascente e oravam de mãos postas para cima. A cerimônia diária terminaria quando um de seus sacerdotes chamados de Stolfas cantasse uma prece ao Sol. O curioso é que ao invés de palavras, o sacerdote Stolfa se utilizava de números e equações numéricas para cantar a sua prece ao Sol. Depois de algum tempo, muitos dos diferentes tipos de povos oriundos do sistema Radiar RELT/Júpiter , aqueles do sistema de SÍRIUS e eu nos juntávamos aos gracianos e orávamos juntos com eles as suas preces de todas as manhãs.

PREPARANDO O LOCAL EM GIZÉ

Várias hastes metálicas foram enterradas em diferentes profundidades no leito de rochas no local das construções. Cada haste metálica mais tarde foi coberta com um cristal multifacetado com a forma parecida a de um cogumelo. Quando as hastes foram dispostas no local, todos abandonaram o platô.Foi-nos concedido um dia de folga, e então eu fui pescar no Rio Nilo com minha esposa e minha filha. Milhares de meus colegas de trabalho também tentaram a sua sorte na pesca, mas com tamanha reunião de pessoas e o barulho resultante foi impossível de se pescar qualquer peixe.

Da nossa posição às margens elevadas das ribanceiras do rio nós observávamos como dois carros aéreos gracianos pairavam sobre o platô de GIZÉ. Durante mais de uma hora nós ouvimos um zumbido e pequenos estouros/explosões. Após cada uma das explosões uma coluna de poeira se erguia no ar. Girafas corriam passando por nós em todas as direções e gritos de elefantes furiosos preenchiam o ar, as aves aquáticas e outros animais do rio procuravam locais para se esconderem.

Nas manhãs seguintes, após as preces da aurora com os gracianos nós caminhamos para o topo do platô de GIZÉ apenas para descobrir que ele estava coberto com um fino pó de pedra calcário que em algumas áreas tinha alguns pés de espessura. Não havia nenhum sinal de qualquer uma das milhares de hastes que previamente haviam sido inseridas no leito de rocha do platô. Nós usávamos máscaras para manter a nossa respiração livre da poeira enquanto nós a recolhíamos em grandes aparelhos aspiradores de pó.(Esta poeira de pedra calcária mais tarde foi utilizada junto com outros ingredientes na formulação da argamassa necessária para ligar as pedras de calcário umas às outras usadas no núcleo das três pirâmides).

As áreas onde as três pirâmides deveriam ser construídas foram as primeiras a serem limpas da poeira. Após dois dias o leito de rochas nivelado parecia ter sido polido de tão limpo. Os gracianos ficaram muito contentes com este fato. Antes de deixarmos o platô de GIZÉ para um mergulho no rio para nos livrarmos da poeira em nossos corpos, nós fomos informados de que tínhamos exatamente 875 dias (exatos 2 anos e 5 meses) para completarmos as construções das três pirâmides naquele local. Áreas próximas ao platô foram designadas como pedreiras, não por causa de sua proximidade ao local de construção das pirâmides ser conveniente para o transporte das pedras, mas porque os gracianos queriam usar rochas com a mesma orientação magnética molecular encontradas no leito de rochas do local da construção.

Usando todas as técnicas altamente eficientes e os métodos de construção dos gracianos, as pirâmides de GIZÉ/MIR poderiam ser construídas em cerca da metade do tempo determinado, mas por causa de que somente rochas naturais e argamassa especialmente formulada pelos maldequianos deveriam ser usados nas construções e o uso de concreto estava fora de questão. Por ordem expressa dos maldequianos as construções deveriam ser feitas somente com materiais naturais.A princípio os gracianos não tiveram problemas no cumprimento dessas ordens dos maldequianos. Um dia depois de toda a poeira ter sido recolhida, uma espaçonave dos maldequianos aterrissou no local.

O engenheiro chefe da equipe de construtores dos gracianos, que era chamado de Tarvmole, foi requisitado para se apresentar no veículo. Ele permaneceu dentro da espaçonave maldequiana por mais de dois dias e quando ele retornou ao platô ele parecia furioso e muito cansado. Ele convocou todos os seus assistentes para uma reunião que levou cerca de vinte minutos. Esta reunião mesmo criou mais gracianos furiosos no local. (Mais tarde eu fiquei sabendo que os maldequianos queriam que alguns de seus engenheiros participassem no redesenho de algumas das câmaras dentro das pirâmides e também na formulação da argamassa. De fato os maldequianos insistiram que ninguém mais, a não ser os seus empregados Simms misturassem os ingredientes da argamassa a ser usada na construção das três pirâmides.).

As pirâmides de GIZÉ, no Egito, construídas por mão de obra de habitantes de PARN/Calisto, um planetoide de Júpiter, e de SÍRIUS em projetos, tecnologia e o conhecimento da GEOMETRIA SAGRADA dos habitantes do planeta GRACYEA, os gracianos.

Eu fui designado para a construção daquela que é agora chamada de a terceira pirâmide da planície de GIZÉ. (A construção dessa pirâmide é erroneamente atribuída à quarta dinastia do Faraó Menkaure- MIQUERINOS para os gregos.). Eu trabalhei nesta estrutura até o seu acabamento final. Porque esta pirâmide é menor do que as outras duas, ela foi acabada primeiro. Então eu fui trabalhar naquela pirâmide que hoje é chamada de a Grande Pirâmide (Quéops-Khufu). A segunda pirâmide em tamanho (Quéfren-Chephren) foi terminado em segundo lugar, liberando trabalhadores adicionais para trabalharem na finalização da Grande Pirâmide.

De fato, agora havia muitos trabalhadores para se manterem ocupados todo o tempo, porque eles poderiam impedir o progresso da construção por ficarem no caminhos uns dos outros nos confins estreitos das várias câmaras internas da Grande Pirâmide. (Cada uma das três pirâmides do platô de GIZÉ tem numerosas câmaras. Eu sei que muitas dessas câmaras ainda não foram localizadas pela sua civilização atual e nunca foram frequentadas por ninguém da Terra em seu tempo atual.)

Ondas sonoras de alta frequência eram usadas para primeiro cortar fora e então cortar e polir tanto o núcleo assim como as pedras de revestimento. Isto era feito da seguinte modo: Uma rocha bruta, não talhada ainda, era obtida de um estrato de pedra calcário, um graciano usando um transmissor de som, enviaria uma onda sonora de determinada frequência através do bloco de rocha. A resposta vinda da rocha em ressonância à frequência do gerador de som identificava a exata frequência necessária para separar a rocha de seu leito natural com o tamanho e plano desejado. Cada pedaço de rocha tinha três frequências específicas de fratura que tinham que ser determinadas.

Uma vez que essa frequência fosse determinada a rocha era então cortada de acordo com ela no tamanho e forma desejadas: uma frequência determinava o comprimento, a segundo a largura e a terceira frequência sonora determinava o peso do bloco de rocha. Os blocos eram cortados nas pedreiras e assim o platô não se transformaria atravancado com montanhas de cascalhos. Eventualmente as pedreiras próximas às construções no platô eram exauridas, então as pedreiras, o corte e design dos blocos de rocha calcária tinham que ser trazidos de locais cada vez mais distantes.


Tradução e imagens: Thoth3126@gmail.com

http://pt.scribd.com/doc/106480854/Conexoes-ET-Atraves-de-Olhos-Alienigenas

RUKE, de JÚPITER – Parte I - Histórias de Maldek e o Sistema Solar.



RUKE, de JÚPITER – Parte I - Histórias de Maldek e o Sistema Solar.

Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, páginas 129 a 154, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA.

Após a explosão do planeta MALDEK o planetoide/lua de Júpiter SOVIA que atualmente orbita o Sol e é chamado de MERCÚRIO por vocês da Terra, foi arrancado do sistema Radiar RELT/Júpiter devido às mudanças de pressão no campo gravitacional do Sol quando MALDEK foi destruído, perturbando todo o equilíbrio gravitacional existente no sistema solar…


“Por trás do véu de caos existe ainda outro e outro desse tipo. Seja sincero, não lisonjeie e nem amaldiçoe falsamente o divino, e posso, então, garantir-lhes que uma vez na vida lhes será oferecida uma oportunidade de saber tudo o que existe para saber e, assim, trazer a vocês a paz espiritual. Se vocês estiverem desconfortáveis dentro da vestimenta (O CORPO HUMANO DE BARRO) de peregrinação (como a maior parte dos de sua raça), tenham paciência e esperem, pois foi profetizado: os grandes mistérios serão revelados a todos no dia em que o sumo sacerdote de Ra chegar ao meio-dia e gritar: “Venham todos, aprendam e conheçam, pois “ÍSIS está sem VÉU“. Eu Sou Benagabra de Delment

RUKE de JÚPITER (de PARN, hoje a lua Calisto de Júpiter): “Eu vou falar do brilhante orbe de fogo adormecido chamado de Grande RELT (o planeta Júpiter). Além disso, vou passar para você (telepaticamente) uma descrição dessa minha primeira vida, quando àqueles enfeitados com as penas brilhantes de aves me levaram com eles em sua sagrada missão ao Planeta que vocês chamam Terra. Eu vou contar para você as várias vezes que eu vivi na Terra porque o meu espírito ficou preso ao planeta pelas leis determinadas pelos Elohim no começo da eternidade. Eu revelarei a você através de Nedart, o sumeriano. É minha esperança que você perceba esta transmissão das imagens das minhas lembranças de forma clara e em harmonia com o seu WA*”.

Eu Sou RUKE DE PARN. {Parn é um planetoide (A atual Lua Calisto) do Radiar RELT (planeta Júpiter). O WA se relaciona com o estado de ser (corpo) psíquico mais satisfatório de uma pessoa}.

O lugar do meu primeiro nascimento como ser humano era chamado pelo meu povo de PARN. Este local, uma Lua do planeta Júpiter, que é chamada de CALISTO atualmente por vocês da Terra. Na medida em que você foi sendo informado por aqueles que telepaticamente já se comunicaram com você (por telepatia) antes de mim, o corpo planetário conhecido como Júpiter era chamado pela FEDERAÇÃO GALÁCTICA como Radiar RELT. Este nome foi dado para o radiar pelo povo da Lua Franet (o planetoide/Lua de Júpiter que vocês atualmente chamam de Ganymedes). Nós do planetoide/Lua PARN/Calisto chamávamos o radiar de Robe.

Naquele momento, nós de Parn não tínhamos nenhum conhecimento de qualquer pessoa vivendo em qualquer um dos outros planetoides/luas no sistema radiar RELT. Mais tarde nós aprendemos que haviam outros habitantes, e que eles eram idênticos em aparência conosco, mas com uma linguagem completamente diferente. Eu nunca encontrei nenhuma pessoa de qualquer um dos outros planetoides do sistema Radiar Relt/Júpiter até a minha primeira viagem ao planeta Terra. Nós do sistema radiar Relt éramos então, assim como hoje, com cerca de 4 pés de altura (1,22 metros) com a pele negra. Nós atualmente nos parecemos com aqueles da Terra que são conhecidos como Aborígenes (os habitantes nativos naturais da Austrália). De fato, aqueles dessa raça de Aborígenes da Terra são todos descendentes daqueles como eu, que vieram do radiar Relt/Júpiter.

CALISTO (PARN) é uma lua de Júpiter, “descoberta” em 7 de janeiro de 1610 por Galileo Galilei. É a terceira maior lua do Sistema Solar e a segunda maior do sistema Jupiteriano/Joviano. Tem cerca de 99% do diâmetro de Mercúrio, mas apenas um terço de sua massa. É a quarta lua de Galileu por distância a Júpiter, com um raio orbital de cerca de 1 880 000 quilômetros. Não faz parte da ressonância orbital que afeta os outros três satélites de Galileu (IO, Europa e Ganymedes), e portanto, não sofre aquecimento pelas forças de maré. Sua rotação diferencial é síncrona, ou seja, uma face está sempre virada para Júpiter, enquanto a outra nunca é visível do planeta. A superfície de Calisto é menos afetada pela magnetosfera de Júpiter do que os seus outros satélites internos porque sua órbita está mais afastada do planeta. (Wikipédia)

PARN e o sistema Radiar RELT-Júpiter

O sistema Radiar Relt/Júpiter tem um tamanho equivalente a um por cento do tamanho do Sol central do sistema e ainda esta gerando três vezes mais energia da que recebe do Sol. Presentemente o Radiar RELT esta cerca de duas vezes mais próximo do Sol do que quando estava funcionando normalmente antes da explosão do planeta MALDEK. PARN (atual Lua Calisto) agora esta localizado cerca de 1.170.000 milhas ( 1.882.530 quilômetros) de distância do centro gravitacional do Planeta Júpiter/Radiar RELT e tem um diâmetro de cerca de 3.000 milhas (4.800 quilômetros), ele originalmente estava localizado mais próximo do planeta Júpiter/Radiar RELT, há cerca de 820 mil milhas e assumiu a sua órbita presente, mais distante, para compensar a perda de massa do planetoide/Lua SOVIA que pertencia ao sistema de Júpiter/Radiar RELT.

Após a explosão do planeta MALDEK o planetoide/lua de Júpiter SOVIA que atualmente orbita o Sol e é chamado de MERCÚRIO por vocês da Terra, foi arrancado do sistema Radiar RELT/Júpiter devido às mudanças de pressão no campo gravitacional do Sol quando MALDEK foi destruído, perturbando todo o equilíbrio gravitacional existente no sistema solar. Os incontáveis pedaços que restaram de MALDEK em sua forma destruída, o CINTURÃO DE ASTEROIDES (n.T.localizado entre Marte e Júpiter, local da órbita original de MALDEK, então o quarto planeta do sistema solar, após Vênus, Terra e Marte) não proporcionam massa concentrada para manter o antigo equilíbrio gravitacional do sistema solar. PARN hoje está coberto de gelo, que agora cobre o que parece ser crateras em sua superfície. Estas crateras são cicatrizes que resultaram do impacto de grandes meteoros (pedaços de MALDEK) que atingiram o planetoide/Lua em sua órbita original. Eu não estava em PARN quando isto aconteceu.

Cerca de cincoenta e nove por cento da superfície do planetoide PARN foi uma vez coberta com vegetação de florestas tropicais e os restantes quarenta e um por cento eram preenchidos por rios, florestas e lagos de água fresca, agora tudo congelado. PARN originalmente orbitava o Radiar RELT/Júpiter a cada período de cerca de 37,2 dias da Terra e tinha uma temperatura média de 85° F a 111° F (29,5° C a 43,89° C). O planetoide/Lua PARN possuía um movimento de rotação completo sobre seu próprio eixo axial a cada 5,4 dias da Terra (esse era o tempo de duração do nosso dia, das nossas 24 horas diárias). O que seria considerado noite para vocês da Terra, em PARN acontecia somente quando o planetoide era bloqueado da radiação do Sol pelo Radiar/Júpiter e quando parte de sua superfície simultaneamente se afastava da luz emitida pelo próprio Radiar/Júpiter.

Por causa do ângulo da órbita de PARN relativo ao equador do Radiar variar 13,6° norte e sul em um ciclo de 112 dias terrestres, as condições climáticas e as diferenças entre os períodos de luminosidade e de escuridão no planetoide mudavam de acordo com a mudança naquele ângulo. Isto é os hemisférios sul ou o norte de PARN gradualmente recebiam mais energia do Radiar proporcionalmente a sua posição corrente nos 27,2° de seu ciclo orbital de 112 dias terrestres. O efeito destas mudanças no ângulo orbital são muito numerosos e complexos para se relacionar. Calisto (PARN) em sua presente órbita em torno do Radiar RELT/Júpiter não apresenta tais mudanças marcantes em seu ângulo orbital. A atração gravitacional de PARN é imensamente diferente hoje de quando o radiar estava funcionando normalmente, antes da explosão do planeta MALDEK. Uma pessoa que naqueles tempos pesasse 45 quilos em meu planetoide natal de PARN atualmente pesaria 44,9 quilos na Terra (menos 100 gramas).

Abaixo: O Cinturão de Asteroides (pontos brancos), entre Júpiter e Marte, SÃO pedaços do planeta MALDEK após a sua explosão que hoje ocupam o local da sua órbita origal.

Em minha primeira vida na Lua Calisto/PARN do radiar RELT/Júpiter o nome de meu pai era Forn e o nome de minha mãe era Shray.O meu nome então, assim como agora, era Ruke. As mulheres dos planetoides do Radiar RELT/Júpiter biologicamente só podiam suportar no máximo somente um ou dois filhos antes delas se tornarem estéreis. Eu era o único filho de meus pais. O tempo médio de duração da vida em PARN era de cerca de 185 anos da Terra e hoje está em torno de 370 anos. Eu agora tenho 201 anos de vida (da Terra) de idade. Os habitantes de PARN assim como dos demais planetoides de RELT respiram nitrogênio, como os habitantes dos radiares SUMMER (Saturno), TRAKE (Netuno) e HAMP (Urano). Durante essa minha primeira vida em PARN/Calisto nós não desenvolvemos a escrita e não tínhamos habilidades telepáticas para comunicação.

Eu ainda considero difícil esta forma de comunicação ainda nos dias atuais (Esta foi a razão para ter Nedart relatando as minhas lembranças telepaticamente para você). PARN/Calisto nos fornecia uma vasta variedade de frutas, vegetais e variados tipos de animais que nos serviam como alimento, principalmente uma abundância de peixes e roedores sem pêlos que nós chamávamos de Nubs. Nós nos vestíamos com roupas sumárias quando PARN orbitava o radiar RELT em um tipo específico de angulação e nas demais épocas o nudismo era a prática comum e a norma. Não importava onde as pessoas estivessem em Calisto/PARN, elas poderiam esperar serem encharcadas por chuvas pesadas em torno de duas horas a cada período de trinta horas, ou próximo disso.

Nós vivíamos em Clãs cujos membros nunca excediam mais do que oitocentos indivíduos e a população de PARN nunca excedia mais do que 875 mil habitantes enquanto que FRANET (a Lua Ganymedes para vocês da Terra e atualmente a maior Lua de Júpiter/RELT) tinha uma população em torno de 1,1 milhão de habitantes. SOVIA (o atual planeta MERCÚRIO) naquele tempo também tinha cerca do mesmo número de habitantes vivendo em sua superfície, mas todos eles pereceram quando esse planetoide/lua se separou do sistema radiar deRELT/Júpiter e espiralou para fora de sua órbita normal até se estabilizar onde hoje ele se encontra, como o planeta MERCÚRIO agora orbitando o sol.

O clãs viviam em paz uns com os outros e cada clã era liderado conjuntamente por um homem e mulher que eram os chefes (não necessariamente sendo casados um com o outro). A cada período de dez anos cada clã deveria trocar um igual número de homens e mulheres jovens para evitar a endogamia no clã. Eu fui trocado naquela minha primeira vida com outro clã quando eu tinha doze anos de idade (da Terra). Na idade de dezessete anos eu me transformei em pai de uma filha. A minha responsabilidade como pai era de simplesmente pescar alguns peixes, pegar Nubs e manter a cabana de nossa família em bom estado. Minha esposa Croma gastava a maior parte do seu tempo com outras mulheres do clã, que recolhiam frutas e vegetais para suas famílias.

A nossa religião implicava na adoração do milagre do nascimento (a fertilidade) e a criação de tudo que nós podíamos perceber com os nossos cinco sentidos. Nenhuma conversa sobre essas coisas era considerada valiosa se não houvesse a presença de uma mulher que já fosse mãe (tivesse filhos) e participasse da conversação. Após esse tipo de reunião e conversa qualquer um que tivesse sido vivificado pelo espírito de participação poderia relatar para os outros pelo indivíduo(s) que o experienciasse, mas nunca por qualquer um que não estivesse presente durante a reunião original. Um segundo e outro tipo de relato de uma experiência espiritual era considerado tabu. Acreditava-se que qualquer pessoa que ouvisse esse segundo tipo de relato atrairia miséria pelo resto de sua vida.

A mulher que a sua presença durante as conversas espirituais causasse o estimulo das emoções era considerada ter sido ordenada por um poder espiritual e a partir de então era muito procurada depois para dar conselhos. Reuniões espirituais das mulheres eram consideradas sagradas. Qualquer homem que mesmo casualmente escutasse algo durante esse tipo de assembleia, depois disso poderia ser marcado e evitado por todos os clãs (Eu acredito em vida após a morte sem qualquer dúvida, unicamente porque minha mãe me disse que assim seria. É claro que agora eu sei que ela estava certa) Os homens, por outro lado, eram livres para estudar a natureza e discuti-la em um modo secular. As leis e acordos feitos entre os clãs eram concebidos e implementados totalmente pelos homens adultos de um clã mas deviam ser aprovados pelo casal ambos os chefes do clã, antes de ser oficialmente reconhecida. Atividades políticas eram muito raras em minha primeira existência humana. Nenhuma nova lei ou tratado foi proposto para o conselho dos chefes dos clãs durante centenas de anos. Ninguém encontrou nenhuma razão para que fosse diferente.



O gigante JÚPITER/Radiar RELT é o maior planeta do Sistema Solar, tanto em diâmetro quanto em massa e é o quinto mais próximo do Sol. Possui menos de um milésimo da massa solar, contudo tem 2,5 vezes a massa de todos os outros planetas em conjunto. É um planeta gasoso junto com Saturno,Urano e Netuno. Estes quatro planetas são por vezes chamados de planetas jupiterianos ou planetas jovianos. Júpiter é um (o maior) dos quatro gigantes gasosos, isto é, não é composto primariamente de matéria sólida. Júpiter é composto principalmente de hidrogênio e hélio. O planeta também pode possuir um núcleo composto por elementos mais pesados. Por causa de sua rotação rápida, de cerca de dez horas, ele possui o formato de uma esfera oblata. Sua atmosfera é dividida em diversas faixas, em várias latitudes, resultando em turbulência e tempestades onde as faixas se encontram. Uma dessas tempestades é a Grande Mancha Vermelha, uma das características visíveis de Júpiter mais conhecidas e proeminentes, cuja existência data do século XVII, com ventos de até 500 km/h e possuindo um diâmetro transversal duas vezes maior do que a Terra. Júpiter é observável a olho nu, com uma magnitude aparente máxima de -2,8, sendo no geral o quarto objeto mais brilhante no céu, depois do Sol, da Lua e de Vênus. Por vezes, Marte aparenta ser mais brilhante do que Júpiter. O planeta era conhecido por astrônomos de tempos antigos e era associado com as crenças mitológicas e religiosas de várias culturas. Os romanos nomearam o planeta de Júpiter, um deus de sua mitologia. Júpiter possui um tênue sistema de anéis, e uma poderosa magnetosfera. Possui pelo menos 64 satélites, dos quais se destacam os quatro descobertos por Galileu Galilei em 1610: Ganymedes, o maior do Sistema Solar, CALISTO, IO e Europa, os três primeiros são mais massivos que a Lua da Terra sendo que Ganymedes, possui um diâmetro maior que o do planeta Mercúrio.

OS GRACIANOS, OS PRIMEIROS VISITANTES DE PARN/Calisto

Um dia eu estava trabalhando com muitos homens atrás de nossa cabana consertando redes de pesca quando ouvimos o barulho de uma comoção pública. Nós paramos com nosso trabalho e fomos ver o que estava acontecendo. A maioria das pessoas de nossa vila estava falando de maneira excitada e caminhando atravessando o centro de 80 pés (26 metros) livre de nossa aldeia em redor do qual nossas cabanas foram construídas. Eu subi em uma árvore próxima para ver algo sobre as cabeças e ver sobre o que eles estavam caminhando ao redor.

No centro da área vazia estavam parados seis homens com peles claras com cerca de 6 pés (1,85 metros) de altura, vestindo roupas finas e chapéus aparados com penas de aves muito brilhantes e coloridas. Eles também usavam objetos brilhantes em seu pescoço, braços, pernas e pés. Junto com eles estavam mais doze homens de pele negra, de aparência estranha, do meu tamanho e vestindo roupas e sapatos. Nós em PARN nunca vestíramos chapéus mas era nosso costume enterrarmos os nossos mortos usando chapéu feito com folhas, então o meu primeiro pensamento ao vê-los foi de que esses homens poderiam ter vindo do mundo dos mortos e esquecidos de retirar os seus chapéus de mortos. Mais tarde eu aprendi que os ornamentos usados pelos estrangeiros altos eram feitos com ouro e pedras preciosas multicoloridas, que eu nunca havia visto antes. Eu também nunca havia visto aquelas penas grandes, brilhantes e coloridas. Eu tentei imaginar o tipo de animal ou de aves de que elas poderiam ter vindo e de como eles se pareceriam. Muitos dos homens grandes usavam capas feitas com estas mesmas penas coloridas.

Eu assisti como o chefe do nosso clã se aproximou dos estrangeiros e começou a conversar com eles. Cerca de meia hora se passou antes que a nossa chefe se juntasse à reunião. Pelos gestos feitos pelos nossos chefes eu pude presumir que eles estavam dando permissão aos estranhos para que eles falassem para o nosso povo ali reunido. Um dos homens emplumados colocou na mão de nossa chefe uma pequena vara negra com um anel vermelho e dourado em seu topo, logo após mostrando a ela como segurar o anel em frente aos seus lábios. Quando ela falou, a sua voz soou como um trovão, o que a fez largar o objeto assustada e correr para a multidão, que na sua maioria tremia terrificada.

O nosso chefe pegou a vara e falou suavemente. Ele disse à multidão para se reunirem novamente e que ninguém deveria temer nada. A nossa chefe retornou rindo, e tomou das mãos do chefe a vara com o anel e recomeçou a falar do ponto de onde ela havia parado. Ela nos contou que os estrangeiros vieram de um local distante que ficava muito longe e alto nos céus. Este fato produziu uma audível reação emocional na multidão, e cada membro daquele povo levou algum tempo olhando para cima. A nossa chefe nos disse que um dos estrangeiros, cujo nome era Moantalax, deseja conversar conosco. Nós esperamos por cerca de uma hora (da Terra) para o estrangeiro falar conosco. Durante todo esse tempo um dossel azul foi erguido e várias cadeiras dobráveis foram dispostas embaixo do dossel.Todos esses itens surgiram de pacotes que estavam sendo usados como assentos pelos homens estrangeiros negros.

Nós estávamos assombrados por causa desses itens e mesmo ficamos mais atônitos ainda quando vimos vários dos estrangeiros colocarem pequenas varas (charutos, os gracianos trouxeram o FUMO e o hábito de fumar para a Terra de seu planeta GRACYEA) em seus lábios, acendendo-os na ponta e de quando em quando expelindo fumaça pelas suas narinas e pelos lábios. Eu certamente estava estupefato por tudo que já havia visto e também maravilhado pelo fato dos estrangeiros poderem produzir fogo instantaneamente (nós em PARN produzíamos fogo pelo que pode ser chamado de primitivo e vagaroso método de fricção).

A razão para que o dossel fosse aberto logo ficou muito clara – começou a chover. Eu logo percebi como as finas e emplumadas roupas dos visitantes poderiam parecer depois de serem encharcadas por um aguaceiro muito comum em PARN. Nós já estávamos acostumados com as chuvas e não dávamos muita importância a sua frequência.

Moantalax falou conosco de uma maneira suave e direta. Ele nos disse que ele era de um mundo chamado de GRACYEA e que havia vindo para PARN/Calisto para recrutar trabalhadores que seriam empregados na construção de várias montanhas de pedra ainda em outro planeta, muito maior do que PARN. Ele disse que as pessoas que lá moravam chamavam seu mundo de Sarus (Terra). Ele nos disse que desejava empregar pessoas de nosso planeta porque nós éramos pequenos em estatura e muito fortes para o nosso tamanho. Ele incluiu que o seu povo e aqueles que eram habitantes de Sarus eram todos muito grandes para fazerem o trabalho.

Nós estávamos primeiramente confusos com o que a palavra “trabalho” significava. Ele então nos disse que pescar, caçar nubs e recolher frutas eram todos uma forma de trabalho. Ele nos explicou que se nós concordássemos em trabalhar para ele, ele poderia nos dar coisas que poderiam nos fazer muito mais felizes do que já éramos.(Esta proposta me tocou. Eu esperava poder trabalhar para ele e em troca ele me demonstraria como produzir fogo instantâneo.)

Moantalax relacionou para o casal nossos chefes o que ele poderia nos dar se nós concordássemos em trabalhar para ele. Nós nunca realmente ficamos sabendo o que os nossos chefes barganharam com Moantalax pelo nosso trabalho. O grupo de visitantes estrangeiros simplesmente se retirou e caminhou em direção à floresta, deixando o dossel azul e as cadeiras embaixo e vários baús grandes para trás. Cada um dos habitantes de nossa vila por seu turno se sentou nas cadeiras sob o dossel. Muitos, falando alto, desejavam que os visitantes estrangeiros retornassem trazendo dosséis e cadeiras para cada um dos habitantes do local.

Vários dias mais tarde o par de nossos chefes tomaram o dossel e as cadeiras como de sua posse exclusiva. Cada família do clã foi chamada para estar na sua presença, um por um. Minha esposa, filha e eu mesmo permanecemos esperando em uma longa fila pela nossa vez. A cada um de nós foi dado um colar de contas azuis (turquesas), o que nos deixou imensamente felizes. Eles nos disseram que se nós passássemos em um teste eu e minha família iríamos com os gracianos para o mundo chamado de Sarus (a Terra) para ajudá-los na construção de suas montanhas de pedra naquele planeta. Também nos foi dito que os estrangeiros retornariam logo para aplicarem os seus testes de seleção para a viagem.

A nossa vila foi preenchida com um sentimento de alegria. Todos desfilaram a fim de demonstrar os seus colares, e conversavam sobre a construção das montanhas de pedras. A maioria imaginava que a tarefa que haveria pela frente de que ela não levaria muito tempo para ser completada porque nós supúnhamos que as montanhas de pedra dos gracianos não poderiam ser maiores do que as colinas próximas à nossa vila, que tinham cerca de 65 pés (algo em torno de 20 metros de altura). Somente dois gracianos e dois de seus acompanhantes negros retornaram para a nossa vila. Eles trouxeram consigo uma vara negra com cerca de seis pés (1,83 metros) de comprimento e uma quantidade de objetos esféricos prateados. O homem de cada família por seu turno vergava a vara e soprava ar em uma mascara que havia sido posta em seu rosto e que estava conectada com uma das esferas prateadas.

Com um grande esforço eu verguei a vara. Quando eu respirei o ar através da mascara eu logo me senti um pouco fraco, mas me recuperei rapidamente. Um dos pequenos homens negros mensurou o meu tempo de recuperação e perguntou qual era o meu nome. Então ele pronunciou o meu nome para uma pequena caixa prateada que estava dependurada em seu pescoço por uma tira. Mais tarde eu fiquei sabendo que a esfera prateada onde eu soprei continha o rico oxigênio da atmosfera da Terra (Sarus). Amel, que era um dos nossos homens mais forte que eu já vira, falhou ao vergar a vara e foi dispensado de fazer o teste de respiração.

Eu sabia que ele deliberadamente havia falhado no teste assim como os gracianos, mas eles nunca disseram uma palavra sobre a fraude de Amel. Eu mais tarde perguntei a Amel porque ele deliberadamente falhou no teste de vergar a vara. Ele me disse que depois de ver como alguns dos nossos se sentiam e suas reações ao teste de respirar o ar da Terra (Sarus), ele decidiu que não queria saber de nada relativo a tudo aquilo. Os nossos chefes disseram àqueles de nós que fôramos selecionados para trabalhar na Terra de que nós deveríamos deixar as nossas posses pessoais para trás, aos cuidados de amigos e trazer para casa tudo o que os gracianos viessem a nos dar como pagamento pelo nosso trabalho. Eu confiei as minhas armadilhas para pegar nubs e as minhas redes de pesca com o pai de minha esposa, Oker.



PREPARAÇÃO PARA A PARTIDA

Ao tempo da partida para a viagem à Sarus (Terra), 425 pessoas de nossa vila e clã se reuniram no centro de nossa aldeia. Mais tarde nós seguimos dois gracianos em direção à floresta. Nós caminhamos por cerca de uma hora e meia antes que nós chegássemos em uma grande clareira. Muitos de nós eram familiares àquele local, más todos nós estávamos completamente despreparados para encontrar a clareira completamente ocupada por um gigantesco objeto prateado (uma espaçonave) que estava aberta em suas laterais. Mais de oitocentas pessoas de PARN (de outros clãs) já haviam chegado ao local e estavam circulando e conversando ao redor. Havia muita excitação em suas vozes.

Permanecendo em grupos e conversando uns com os outros ao redor da espaçonave estavam centenas de gracianos, e junto com eles outras centenas dos seus companheiros, os pequenos homens negros. Esta foi a primeira vez que eu vi mulheres de GRACYEA. As gracianas eram muito bonitas. Algumas tinham crianças, que se agarravam às suas finas saias. Permanecendo no topo de um dos degraus que levavam a uma das aberturas de acesso à espaçonave estavam dois homens com tamanho de gigantes, com cerca de oito pés de altura (2,45 metros). Eles estavam vestidos com camisas brancas, calças e botas altas. A sua pele estava próxima da cor de suas roupas, mas os seus cabelos eram loiros dourado. Mais tarde eu aprendi que esses homens eram maldequianos, que operavam a espaçonave. Mais tarde ainda eu também aprendi que embora nós de PARN trabalhássemos para os gracianos, eles por sua vez, trabalhavam para os maldequianos, do planeta MALDEK.

Quando nós entramos na nave, nós fomos levados para uma grande área localizada no nível/piso mais baixo da espaçonave circular. Nós entramos em uma sala branca com doze bancos de metal. Quando a porta foi fechada, o local começou a brilhar com uma cor verde-limão e nós nos sentimos fracos por uns poucos minutos. Durante a nossa curta permanência nessa sala menor, nós convertemos a nossa respiração do ar de PARN/Calisto para a atmosfera da Terra. Outra porta se abriu e nós fomos cumprimentados por um homem negro que se apresentou como sendo Barco. Mais tarde nós aprendemos que ele e outros de seu tipo eram originais de um segundo planeta do sistema solar/estrela que eles chamavam de LALM. Eles chamavam o seu planeta natal de MORZA.

Barco falou conosco em nossa língua muito bem e nos disse que ele e muitos outros estariam entre nós para responderem às nossas perguntas e ajudar-nos a nossa adaptação com o novo ambiente. Nós permanecemos em uma sala de espera onde nos reunimos com outros vários grupos que haviam passado pela transição de atmosfera de nitrogênio de PARN para a de oxigênio da Terra/Sarus. Então nós fomos levados para outra sala retangular muito grande. O local estava arranjado com camas beliches de três lugares.Nós fomos orientados por Barco de que ao apertarmos determinado botão na parede próximo aos beliches, o conjunto se recolhia embutido contra a parede. Apertando o botão novamente e a cama mais alta do beliche sairia da parede e se transformaria em um banco, o beliche do meio do conjunto se transformaria em uma mesa e o beliche do primeiro nível permaneceria estacionário servindo como um banco.

Apertando o botão mais um vez, tudo voltaria a se transformar no primeiro beliche com três camas novamente. Barco e seus amigos riram até não poder mais, até chorar, à visão de ver mais de 45 conjuntos de beliches sendo transformados e então novamente voltando a serem beliches, uma e outra vez. Finalmente ele pôs um fim à brincadeira de apertar o botão e transformar os beliches que alguns de nós de PARN achamos interessante. Mas quando ele nos deu as costas um de meus companheiros apertou o botão (quem poderia resistir?) do beliche na parede e saiu correndo e se escondeu no meio do meu povo. Quando isto aconteceu, nós de PARN, demos boas gargalhadas.

O próximo passo foi sermos apresentado às instalações de sanitários e banheiros separados (homens e mulheres) para nossa higiene pessoal. Nós de PARN/Calisto ficamos confusos por estas instalações e arranjos separados e pelo que para o que nós percebíamos como desconcertante mecanismos e totalmente desnecessários. Aqueles de nós que esqueceram ou não compreenderam como usar o mecanismo de sanitários os ignoraram.(Afinal de contas quando tínhamos que “fazer, nós simplesmente fazíamos”). Ninguém tomou sequer um banho, por que nós preferíamos esperar que chovesse, como se estivéssemos em PARN. Quando nós aterrissamos na Terra os sanitários e banheiros da espaçonave a nós destinados estavam em um estado inacreditável.(Nós de PARN/Calisto éramos muito ignorantes naqueles tempos…) No centro da sala de nosso acampamento havia uma quantidade de tubos com cerca de cinco pés de diâmetro (1,53 metros) que corriam desde o teto até o solo da sala. Montado a intervalos com ângulo de 45° em cada tubo havia fontes de água. Periodicamente portas deslizariam e se abriam nestes tubos, que mostrariam girando devagar, bandejas carregadas com frutas e nubs cozidos.

Barco introduziu para muitos de nós o hábito de fumar as folhas de fumo enroladas gracianas (vocês da Terra chamam isso de tabaco/fumo e charutos). Para aqueles de nós que assimilamos o hábito de fumar foi solicitado que sentássemos em um círculo em uma área particular (N.T.- Não resisto ao fato de mencionar a existência de algo parecido com um FUMÓDROMO dentro da nave de GRACYEA…) da sala do acampamento e ter os seus cigarros acessos por Barco ou um de seus assistentes pessoais. Ele ainda não confiava nos novos fumantes para usarem os isqueiros fazedores de fogo instantâneo. Embora eu não tivesse começado a fumar, eu gastei um bom tempo entre o grupo dos fumantes para assisti-los acenderem seus charutos. Eu estava fascinado pela possibilidade de se fazer fogo instantâneo, assim como os demais, e esperava poder aprender como esse milagre era realizado.

Eu tenho a certeza de que nesta altura você esta consciente de que nós do planeta PARN éramos muito primitivos e ignorantes sobre o propósito e as funções de muitos dos aparelhos tecnológicos feitos pelo homem. Porque nós não os entendíamos, nós ficávamos admirados com eles. Embora os nossos primeiros encontros com esses aparelhos modernos poderem ser engraçados ao serem agora relatados, eu prefiro falar da maravilhosa transição que o meu povo atravessou durante aqueles tempos remotos para o presente.(Desde então muitos de nós, dos planetoides do Radiar RELT/Júpiter, superamos os nossos educadores no conhecimento das mais complexas tecnologias que atualmente existem.) Após embarcarmos à bordo da espaçonave maldequiana nos esperamos várias horas para que outros de nossa raça passassem pelo processo de transição de atmosfera de nitrogênio para oxigênio da Terra e recebermos orientações sobre o meio ambiente.

Barco, falando através de um alto falante, nos pediu que ficássemos de frente para as paredes na espaçonave. A maior parte da parede começou a ficar transparente e nós éramos capazes de olhar para fora da nave para, o que mais tarde nós aprendemos que era a última visão do nosso mundo natal de PARN. A área ao redor da espaçonave foi desobstruída de todo o meu povo, mas não dos gracianos. Grupos deles eram vistos caminhando para fora do veículo vagarosamente. Mais tarde eles foram para a Terra em outra espaçonave.

PARTINDO DE PARN/Calisto

A espaçonave começou a se erguer vagarosamente (em torno de 16 quilômetros por hora) por cerca de vinte minutos, dando nos uma experiência visual de PARN/Calisto que eu jamais esqueceria. Alguns de nós estávamos chorando, mas nenhum deles poderia explicar o por que. Após subir acima da camada de nuvens, houve um flash suave de luz vermelha, seguido de outro flash de luz azul, cada um durando cerca de trinta segundos. Então houve outro flash brilhante de luz verde durando apenas um segundo. Repentinamente nós estávamos no espaço olhando para as estrelas. Em determinado momento de nossas observações nós vimos o Radiar RELT/Júpiter brilhando fulgurosamente. Ele se parecia com duas vezes o tamanho de uma Lua cheia vista da Terra. Um pouco mais tarde as paredes da espaçonave no andar de nosso acampamento começaram a brilhar nos fornecendo iluminação em toda a área.

Após várias horas nós nos acostumamos com a visão do espaço exterior à volta da espaçonave, e quando o povo de Barco se reuniu para cantar, alguns de nossa raça se juntaram a eles para acompanhar os cantores com flautas e instrumentos de corda.Nós nos confortamos com a sua música e muitos de nós caímos no sono e adormecemos mesmo no piso. Nós da lua/planetoide PARN/Calisto normalmente dormimos cerca de cinco horas para cada período de vinte horas, mas durante o nosso primeiro período a bordo da espaçonave, muitos de nós passamos a dormir nove horas e até mais.

Alguns tiveram que ser acordados por Barco e os seus assistentes. Nós não tomávamos as nossas refeições logo após acordarmos porque os tubos que transportavam os alimentos somente se abriam após cada um de nós ter tomado uma considerável quantidade de pílulas dados a nós pelos nossos monitores, o pessoal de Barco. Eles olhavam em nossas bocas para terem certeza de que nós engolíamos todas as pílulas. As cápsulas continham ingredientes que (e assim foi) nos protegeriam de várias doenças que poderíamos contrair quando chegássemos ao planeta Terra/Sarus.



Livro: Através dos olhos alienígenas.
Tradução e imagens: Thoth3126@gmail.com

http://pt.scribd.com/doc/106480854/Conexoes-ET-Atraves-de-Olhos-Alienigenas

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Os Outros Exílios, Além de Capella...


Os Outros Exílios, Além de Capella...




“Gostaria de sabe ou leu algo a respeito do período pós transição sobre a governadoria da terra e sobre quem será o tutor dos espíritos exilados no planeta primitivo. Te faço a pergunta, pois já li algo a respeito e alguém me perguntou algo sobre isso e fiquei sem respostas, mas falei a pessoa que nada se pode acreditar sem pesquisar e mesmo assim nunca temo todas as informações. Li sobre as plêiades em seu blog que colocaste a tempo atrás que tem fundamento, mas existem canalizações divulgadas na internet (observei com olhos críticos e estou ainda pesquisando) de seres pleidianos que falam em novo governo da terra por Francisco de Assis e que o mesmo e um ser pleidiano. Colocam que Jesus ira auxiliar os exilados ate eles voltarem.... Gostaria de saber algo a respeito para poder esclarecer. Sei que realmente foge de nossa moral espírita acreditar em algo assim, por isso preciso de mais informação. Muito Obrigado.” (Fábio)

Olá Fábio, essa é uma questão muito interessante, pois muito se ouve entre canalizadores esotéricos canalizações de “pleidianos”, “arcturianos” e outras coisas do gênero que soam estranho as pessoas que estão acostumadas ao estudo espírita.



Excluindo-se dessas canalizações bobagens do tipo “todos os pleidianos são brancos, altos e de olhos azuis” e outras informações que são trazidas por magos negros matreiros tentando inspirar as mesmas idéias que inspiraram na época do nazismo durante a segunda guerra, excluindo-se essas falsas canalizações, que sempre mostram “mestres” loiríssimos ou de porte ariano, podemos após passar esse filtro, perceber algumas informações interessantes sobre espíritos que vivem em outros orbes e estrelas do Universo e que atualmente ajudam a Terra.


Independente do nome que se dê (comando Ashtar, frota estelar) esses espíritos amigos vindos de outras paragens do Universo tentam divulgar novos conhecimentos sobre questões envolvendo a transição planetária e exílios anteriores que a humanidade terrestre enfrentou mas encontram imensas dificuldades com os médiuns disponíveis para trabalhar.


O mais bem sucedido nessa empreitada sem dúvida foi Ramatís, que trouxe informações valiosas sobre esse tema através do médium Norberto Peixoto mas mesmo assim encontrou algumas barreiras, sobretudo em questões relativas a conhecimentos astronômicos.


No meio espírita em geral a grande maioria dos médiuns acaba truncando qualquer informação mais aprofundada sobre esse tema e aqueles que abrem alguma brecha não tem, em grande maioria, a bagagem de conhecimentos astronômicos que necessitaria para conseguir passar essas informações com maior profundidade.


Já no meio esotérico o problema é outro: falta para a grande maioria dos canalizadores uma sólida formação mediúnica, ou seja, um curso de formação mediúnica amplo (não esses vendidos em sessões de final de semana, mas sim os gratuitos, feitos em centros, e que duram por vezes mais de 4 anos ininterruptos) e justamente por essa falta na formação mediúnica muitos acabam dando mais asas a imaginação (leia-se animismo) e fascinação (leia-se dar espaço no campo mental pra asseclas de magos negros matreiros brincarem) criando também dificuldades para que os bons espíritos se aproximem e consigam passar informações de relevância.


Essa explicação se fez necessária para o que eu terei de explicar agora: quando alguém fala em “pleidianos” naturalmente muitos pensam que lá nas plêiades só tem “gente boa” como os “índigos” e outros chavões que foram massificados no meio espiritualista e até certo ponto no espiritismo.


Antes de mais nada, as pleiades são compostas por 7 estrelas, é um dos 2 aglomerados estelares mais importantes da constelação de Touro, o outro é o aglomerado das Híades, com 140 estrelas, entre elas Aldebaran (estrela mais brilhante da constelação de Touro e uma das que compõe o Hexágono de Inverno).


Dentre as 7 estrelas das Plêiades, temos Eta Tauri (Alcyone) como a mais brilhante, mas na verdade Alcyone não é uma única estrela, mas sim um sistema quádruplo de estrelas, tendo nesse sistema Alcyone A como a mais brilhante (uma gigante azul 1400 vezes mais brilhante que o Sol), duas anãs brancas (Alcyone B e C) que distam entre si, aproximadamente, a distância do Sol a Júpiter e distam de Alcyone A algo em torno de 3.500 vezes essa distância. Já Alcyone D está a aproximadamente 350 vezes a distância do Sol a Júpiter distante de Alcyone C. Temos, só na estrela Alcyone ou Eta Tauri, em verdade, 2 estrelas e duas anãs brancas.


Alcyone A, a gigante azul muito mais brilhante que o Sol, é lar de espíritos de grande evolução, uma evolução muitíssimo maior do que, por exemplo, os espíritos que vivem em Júpiter e Saturno. São espíritos livres de vaidades, grandes em conhecimento e amor, são almas que não tem a menor condição de encarnar na Terra pela tamanha potência energética que existe em seus espíritos.


Os chamados índigos são na verdade espíritos vindos exilados de Alcyone D e que tem a oportunidade de cultivar nobres valores morais no campo de batalhas de um mundo de expiação e provas como a Terra, são espíritos com amplo conhecimento da espiritualidade e com raciocínio privilegiado, mas com imensas dificuldades em aceitar normas, hierarquia e que encarnaram aqui na Terra pra desenvolver a humildade, estão longe de serem as almas eleitas que muitos textos espiritualistas e até mesmo espíritas andam alardeando por aí. São espíritos que terão de lutar muito para que possam permanecer na Nova Terra ou até mesmo retornar a Alcyone D, caso contrário serão novamente exilados pra mundos semelhantes ao que a Terra é hoje, já que possuem bagagem intelectual e moral relativamente superior a maioria dos futuros exilados (oriundos de Capella e outros orbes e estrelas) após a transição planetária.


Já as chamadas “crianças cristal” são também vindas de Alcyone, só que de Alcyone B e C, das anãs brancas que compõe Eta Tauri, são raríssimas no planeta Terra, se destacam pela grande inteligência desde tenra idade e pela preocupação com causas sociais, existem alguns exemplos conhecidos pelo mundo, acredito que menos de mil de espíritos desse nível tenham encarnado até agora na Terra, são verdadeiramente missionários e não exilados.





Da mesma forma devemos analisar Capella (Alpha Aurigae), a estrela mais brilhante da constelação de Auriga, uma gigante amarela um pouco maior que o Sol, mas que assim como Alcyone é na verdade um sistema quádruplo de estrelas , sendo duas delas amarelas e entorno de 80 vezes mais brilhantes que o Sol e outras duas anãs vermelhas (isso sem falar em outras 5 estrelas aprisionadas pela gravidade das duas gigantes amarelas).


Foi de uma dessas duas anãs vermelhas que vieram os chamados “exilados de Capella”, que viviam num plano ou dimensão semelhante ao que é o nosso astral inferior ou astral mais denso, pois em Capella não existem planetas nem a menor chance de existência de vida na dimensão física visto que as formações estelares de Capella em virtude do seu comportamento orbital inviabilizam a presença de planetas. Vale ressaltar que as anãs vermelhas de Capella possuem tamanho semelhante ao da Terra.



De outras constelações, não apenas de Auriga onde está Capela, vieram exilados para a Terra em épocas diferentes, muitos inclusive em épocas anteriores a Capela. Num dos posts do blog eu falei sobre Capela e Sirius em representações dos sumérios e egípcios: AQUI


Nesse post eu falo do hexágono de inverno, composto pelas constelações de Órion ( estrelas Riguel e Betelgeuse), Taurus ( estrela Aldebaran), Auriga (estrela Capella), Gemini (estrela Pollux), Canis Major (estrela Sírius) e Canis Minor (Procyon). De cada uma dessas constelações, vieram espíritos exilados.




Em outro post, que eu falo sobre os ciclos planetários, eu conto quando a Esfinge e as pirâmides egípcias foram construídas. Esse post está AQUI



Antes do exílio de Capella ocorrido a aproximadamente 12 mil anos, vieram os exilados da constelação de Órion, a aproximadamente 80 mil anos, mais precisamente das “três marias” (mintaka, alnilan e alnitaka) conhecidas também como cinturão de órion.


Aqui é outro caso interessante, pois no meio esotérico e espiritualista muita gente também acha que no cinturão de Órion só tem "gente boa" também e não é o caso.


Mintaka (delta orionis) é na verdade constituído por 3 estrelas, sendo que uma delas, uma estrela de classe O e baixíssima magnitude foi de onde vieram alguns dos exilados de Órion, a galera mais “barra pesada” por assim dizer e que causaram o penúltimo afundamento da Atlântida


Alnilam (épsilon orionis) é uma supergigante azul branca e quarta estrela mais brilhante da constelação de Órion


Alnitak (zeta orionis) é um sistema triplo assim como delta orionis, sendo constituída por um sistema duplo principal (zeta orionis Aa que é uma super gigante azul vinte vezes maior que o Sol e zeta orionis B) além de zeta orionis Ab.


Próximo desse sistema triplo existe a Nebulosa do Cavalo (Barnard 33) de onde também veio uma galera afim de confusão exilada pra Terra e que participou ativamente do afundamento da Atlântida há 80 mil anos atrás.


De Órion também vieram alguns instrutores pra Terra nessa época, pra ajudar no processo de construção da grande pirâmide egípcia e atlanteana pelos idos de 54 mil antes de cristo, alguns encarnados e outros na esfera astral, prioritariamente de Alnilam (que representa das três pirâmides a grande pirâmide de Gizé), Rigel, Betelgeuse, Belatrix e Thabit ( esta última de onde encarnaram muitos espíritos nessa época)


Seguindo essa linha de estudo não poderia deixar de falar de Sírius, a estrela mais brilhante da constelação do cão maior. Espiritualistas e esotéricos falam muito sobre ela: “constelação de Sirius” (não existe, é uma estrela que está na constelação do Cão Maior), “sol central da galáxia”( além de não estar no centro da galáxia é muito nova para ser o sol primordial da nossa galáxia que é a Via Látea, só a nível de comparação, Sirius tem pouco menos de 250 milhões de anos enquanto que o Sol tem mais de 4 bilhões de anos), excluindo-se essas besteiras que são ditas sobre Sírius, é importante dizer que realmente vieram muitos exilados da constelação do Cão Maior, encarnando desde 40 mil anos atrás nas bandas do Oriente (Índia, China, Oriente Médio) e alguns grupos de espíritos na Atlântida, que posteriormente tiveram papel importante (sobretudo os mais rebeldes) no conflito entre vermelho e brancos que culminou com o afundamento final da Atlântida a 12 mil anos.


Nenhum desses exilados, assim como os espíritos encarnados atualmente na Terra são de Sírius, mas sim de estrelas da constelação do Cão Maior banhadas pela luz azul de Sirius, da mesma forma que muitos mentores e instrutores vieram também de estrelas dessa constelação.


Os exílios das constelações de Gemini e do Cão Menor foram posteriores ao exílio de Capela, contribuindo substancialmente para o aumento no número da população de espíritos no astral do planeta e posteriormente no plano físico. Inclusive na época dos faraós havia um grande número de exilados do Cão Menor e do Cão Maior, encarnados no Egito junto aos exilados de Capella, o que explica a grande importância que os egípcios davam a Sírius naquela época, da mesma forma que associavam essas duas constelações a eventos negativos (óbvio, afinal foram expulsos de lá)


Tudo isso mostra que desde tempos imemoriais a Terra é auxiliada por um número enorme de espíritos de outros orbes e constelações que tem grande interesse no processo evolutivo terrestre em virtude da trajetória que muitos de seus “filhos” exilados percorreram e alguns bilhões ainda percorrem aqui no planeta azul.


Quanto ao futuro governo da Terra é importante, antes de mais nada esclarecer uma lenda muito disseminada no meio esotérico e espiritualista. A lenda afirma que o mundo de origem de Jesus seria Sírius o suposto “Sol central” da Via Látea.





Segundo informações que tive acesso nos anos 90 quando ainda era adolescente e presenciava semanalmente as reuniões com o Dr.Fritz que aconteciam na minha casa todas as sexta feiras, quando ele incorporava no meu pai, o mundo de origem de Jesus se encontra no centro da Via Látea, ou seja, na constelação de Sagitário (e não na constelação do Cão Maior onde está Sírius) e não é um mundo físico pois existe apenas no astral, por estar onde é um imenso buraco negro supermassivo (na verdade o principal centro de força da nossa galáxia) conhecido pela ciência como Sagitarius A, composto de três elementos sobrepostos: uma supernova, uma espiral e uma compacta fonte de rádio.


Segundo o Dr.Fritz esse local é um sistema, composto por um único mundo e 24 luas de diferentes cores que orbitam esse mundo. Esse planeta é a moradia não apenas do atual governador da Terra (Jesus) como de todos os espíritos que exercem cargo semelhante nos demais planetas e estrelas da Via Látea e justamente por isso o centro da mais poderosa egrégora energética que sustenta a engrenagem da nossa galáxia (justamente por isso está em um buraco negro). Não foi coincidência que no nascimento de Jesus (o seu mapa astral está num dos posts do blog) o ponto mais alto do mapa (M.C) estava exatamente em Sagitário


O próximo governador da Terra não será apenas um espírito, serão dois. Um deles já é bem comentado, trata-se de Saint Germain, que foi o pai de Jesus (José) e também o maior responsável pela organização da Revolução Francesa, que possibilitou as bases para o enfraquecimento da Igreja Romana e o surgimento do Espiritismo. Saint Germain será o responsável pelo desenvolvimento no campo intelectual da humanidade na Era de Regeneração que virá após 2036.


O outro espírito que exercerá esse mesmo papel será Maria Madalena, a rabi e esposa de Jesus, a essênia que veio da escola de Fílon e escandalizou a sociedade hebréia da época de Jesus pelas suas roupas modernas e coloridas típicas dos gregos (e que para os mais puritanos da época eram roupas de uma cortesã), a mulher que retornou com Jesus após sua longa peregrinação, viu o batizado do Messias no Jordão feito pelo primo João Batista, tornou-se esposa do Rabi nas bodas de Caná dias depois do batismo e depois tornou-se Rabi tendo Yeshua como professor. Ela será a responsável pelo desenvolvimento emocional da humanidade terrena durante a Era de Regeneração, trazendo certos conhecimentos confiados apenas a ela por Jesus quando encarnado (o que causou ciumeira em alguns apóstolos mais rústicos, como Pedro, que não entendiam essa atitude de Jesus) e que serão um complemento ao evangelho do Messias, será ela que trará a terceira revelação aos corações dos homens (e mulheres) e Saint Germain auxiliará na plena compreensão.


Algumas correntes esotéricas e espiritualistas acreditaram (ou quiseram acreditar) que Francisco de Assis seria o futuro governador da Terra talvez pela simpatia e defesa que fazem da alimentação vegetariana e justamente por isso nada melhor do que simbolizar essa defesa na figura de Francisco de Assis (conhecido como protetor dos animais e padroeiro da ecologia), mas não será ele o futuro governador da Terra, apesar de que terá uma missão muito importante nos próximos séculos: auxiliar diretamente Jesus no processo exilatório das próximas décadas e futuramente, nos próximos séculos, preparar o astral do planeta Terra para a gradativa mudança vibratória que ocorrerá no planeta em aproximadamente mil anos, quando a existência da humanidade terrena deixará de existir no plano físico e passará a ocorrer totalmente no astral mais denso.


Francisco de Assis, aquele que encarnou como o discípulo amado (João Evangelista) e posteriormente como o apóstolo da caridade (Chico Xavier) e atualmente é o governador de Nosso Lar terá essas atribuições, não menos importantes do que os dois futuros governadores e dos demais espíritos que compõe o Grande Conselho que tem como líder máximo o Cristo Planetário e seus prepostos arcangélicos, regendo esse Grande Conselho de espíritos angélicos, como Jesus (atual governador do Grande Conselho), Saint Germain, Maria, Maria Madalena o próprio João Evangelista entre outros.


Acredito que esse estudo possa colaborar pra esclarecer algumas dúvidas ou pelo menos estimular novos estudos e comparações sobre esses assuntos. Tenho confiança na modernização do Espiritismo no Brasil, a cada dia que passa a ala dos ortodoxos vai perdendo força, soube inclusive por esses dias que no curso de formação de médiuns da Federação espírita de SP já estão sendo ensinados conceitos como o estudo da aura, dos raios, enfim, modernizações e novos horizontes que só tendem a levar progresso a doutrina codificada por Kardec há quase 160 anos.


Read more: http://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/#ixzz285uPZ3II

Atlântida, 2036 e os Ciclos Planetarios



Atlântida, 2036 e os Ciclos Planetários da Terra: As Eras Astrológicas (Parte II - Final)

















Parte I : AQUI








Esse estudo dos ciclos planetários mostra informações interessantes sobre as eras astrológicas. A última Era de Ouro da Atlântida durou aproximadamente, 12 séculos, foi de 10.838 Antes do Ano Zero até 9679 ,do início do período 90 até o final do período 99, para que então se iniciasse o processo de queda da Atlântida que culminou com o seu afundamento a quase 11.600 anos. Abaixo podemos ver os últimos períodos do século planetário anterior ao século atual do ciclo planetário terrestre que se encerra em 2036. Os anos abaixo são antes do ano zero:






90-10838-10723


91-10722-10607


92-10606-10491


93-10490-10375


94-10374-10259


95-10258-10143


96-10142-10027


97-10026-9911


98- 9910-9795


99 - 9794 - 9679


100 - 9678 – 9565






Em 10.838 a.a.z, iniciou-se a construção da Esfinge, um imenso leão inteiro de pedra. Ela foi construída pelos atlantes como uma importante embaixada da Atlântida no Egito, nessa época a Grande Pirâmide bem como a pirâmide Atlanteana já existiam (construções que falarei nas próximas linhas). A Esfinge foi construída na forma de um leão, pois representava o animal de guarda, aquele que vigia e protege, era o animal símbolo do povo vermelho da Atlântida, assim como se tornou desde tempos imemoriais o símbolo dos guardiões do astral (biblicamente chamados de exército do Cristo ou exército celeste) na forma de um leão com asas de coruja, simbologia que já foi explicada em textos anteriores do blog.






A Esfinge guardaria no futuro importantes estudos pra humanidade, sobretudo da civilização atlante e justamente por isso foi nesse ano que iniciou-se sua construção que demarca o início da última Era de Ouro dos atlantes, período que durou perto de 1200 anos com grandes avanços no campo da tecnologia e da espiritualidade e sobretudo do crescimento moral daquela civilização. Os atlantes tinham naquela época consciência de que em breves séculos ocorreria uma grande mudança na Terra com a vinda de exilados de um distante astro (Capela), pois já tinham vivenciado em milênios anteriores a vinda de outros grupos de exilados de outros orbes, bem como afundamentos do seu território, sabiam que o próximo afundamento seria o último.
















Em virtude disso, os atlantes orientaram a construção da Esfinge num local específico, próximo a grande pirâmide egípcia, ela seria construída perfeitamente alinhada com o leste, com seus olhos mirando o sol nascente do equinócio da primavera. Em 10.500 a.c o olhar da Esfinge não apenas olhava o sol nascente do equinócio da primavera mas também a constelação de Leão, algo que nunca mais ocorreu. Esse acontecimento astrológico, quase 300 anos após a construção da Esfinge, ocorreu justamente pra anunciar a vinda de um avatar, um messias, que ajudaria a maioria do povo egípcio daquela época, composto por espíritos exilados de um exílio anterior a Capela, a retornarem a seu mundo de origem. Esse espírito ficou conhecido como Toth, era um grande iniciado atlante que se comprometeu a ajudar aqueles espíritos, bem como trazer um conjunto enorme de conhecimentos que ele dominava no seu espírito sobre a civilização atlante.






Mas vejamos algo ainda mais impressionante....






A questão das Eras Astrológicas é bem interessante, pois cada Era Solar ou Era Astrológica é considerada pelos astrólogos como tendo em média 1260/1256 anos, apesar do Sol levar em média 71 anos pra cruzar cada um dos graus de um signo, que em média tem 30 graus, totalizando assim na média, 2132 anos.






Se multiplicarmos 71 pela proporção áurea que é a "digital de Deus" 1.618, pois está na proporção de tudo no Universo (corpo humano, galáxias, natureza...) temos um número bem próximo de 115 (diferença de 122 milésimos ou 40 dias num período de 115 anos). Ou seja, cada um dos 360 graus do grande ciclo astrológico de quase 26 mil anos equivale em média a 71 anos e pra cada um desses graus ou "dias" do ano astrológico de 26 mil anos temos um período que é a proporção áurea desse espaço de tempo, ou seja, 115 anos por cada ano do século planetário. Eis os segredos desvelados dos 2 principais calendários planetários da Terra:




1 grande ano astrológico = 360 graus/dias de 71 anos cada




1 século planetário = 100 períodos/anos de 115 anos cada




O ano astrológico é como um movimento de translação da Terra, enquanto o ano do século planetário é como o movimento de rotação da Terra., um é um ciclo mais longo com 71 anos por "dia", o outro tem 115 anos por "ano".






Outra questão interessante é que mesmo considerando uma Era Astrológica de 2160 anos, os astrólogos (como os respeitáveis Max Heindel, Elsa Glover e Shepard Simpson) consideram que nos 550 a 500 anos finais de uma Era, a vibração do signo da Era seguinte já se sobrepõe. Vamos então fazer uma análise das últimas Eras, segundo o tradicional cálculo da maioria dos astrólogos, aqui estão os anos onde cada uma delas começou:






Virgem: 12462 a.c


Leão: 10302 a.c


Câncer: 8142 a.c


Gêmeos: 5982 a.c


Touro: 3822 a.c


Áries: 1662 a.c


Peixes: 498 d.c


Aquário: 2658 d.c






Vamos agora adiantar entre 500-550 anos em média em cada Era, pois dessa forma teremos o ano exato onde a vibração da nova Era chegou, já se sobrepondo à Era vigente, reparem que interessante:






Virgem: 13.000 a.c


Leão: 10.838 a.c


Câncer: 8678 a.c


Gêmeos: 6518 a.c


Touro: 4357 a.c


Áries: 2198 a.c


Peixes: 39 a.c


Aquário: 2127 d.c






A Era Astrológica de Leão começou exatamente com a construção da Esfinge e o início da última Era de Ouro dos atlantes, a terra dos vermelhos, a terra dos guardiões, a terra do Leão.






Outro dado curioso é que a Era de Peixes começou exatos 36 anos antes do nascimento de Jesus (que nasceu pelo calendário em 3 a.c), ou seja, do ano que marca o início da Era de Peixes até o ano da morte de Jesus (33 d.c) temos exatos 72 anos













Mas afinal, quando a grande pirâmide de Gizé e a grande pirâmide atlanteana foram construídas? Teria sido a grande pirâmide da Atlântida construída na última Era de Ouro? A Atlântida viveu algumas eras de ouro, vale lembrar que nos últimos 100 mil anos ela sofreu 3 afundamentos conhecidos: o último a pouco mais de 11.500 anos aproximadamente, outro narrado pelo Feraudy a aproximadamente 40 mil anos e outro narrado pela Teosofia a aproximadamente 80 mil anos.






A Astrologia parece confirmar que realmente ocorreu algo importante a 80 mil anos. Lá pelos idos de 1864 d.c. o famoso astrônomo Charles Smyth descobriu que no ano de 2170 a.c. ocorreu um fenômeno interessante envolvendo a grande pirâmide egípcia: a estrela polar na época a Alfa draconis estava perfeitamente alinhada com o corredor ascendente da grande pirâmide enquanto que ao mesmo tempo, o vértice superior estava alinhado com a estrela Eta Tauri, também conhecida como Alcyone A, a gigante azul mais brilhante do aglomerado das Plêiades. Ocorre que esse alinhamento entre a estrela polar, Alcyone e a pirâmide é raríssimo, ocorre uma única vez ao longo de todo um ciclo astrológico (que dura quase 26 mil anos), mais precisamente a cada 25827 anos, ou seja, ele havia ocorrido em 2170 a.c e antes disso somente em 27997 a.c!!!






Vamos observar as eras astrológicas anteriores:






Virgem: 13.000 a.c


Libra: 15.160 a.c


Escorpião: 17320 a.c


Sagitário: 19480 a.c


Capricórnio: 21.640 a.c


Aquário: 23.800 a.c


Peixes: 25.960 a.c


Áries: 28120 a.c






Se colocarmos pequenas variações de 15 anos nas mudanças de uma era pra outra, algo aceitável na janela dos 500-550 anos, provavelmente o fenômeno do inicio da Era astrológica de Áries foi também demarcado pela pirâmide de Gizé, quando Alcyone estava perfeitamente alinhada ao topo do seu vértice, assim como a estrela polar alinhada ao corredor ascendente da grande pirâmide. Nessa época, tanto a pirâmide de Gizé como a grande pirâmide atlanteana já existiam, ambas ficaram prontas um pouco antes do ciclo anterior, que ocorreu pelos idos de 53.800 a.c, ou seja, há quase 56 mil anos, novamente começando numa Era de Áries, simbolizada pelo cordeiro (toda a preparação dos quase mil anos de Jesus pra encarnar ocorreram durante uma era de Áries também). Elas foram construídas nessa época como parte de um grande projeto da espiritualidade para que ocorressem os avanços necessários ao homo sapiens na África e na Europa, criando no seio do homem de neandertal (homo sapiens neanderthalensis) um novo tipo de homo sapiens conhecido como homem de cro magnon , ambos do gênero homo sapiens se extinguiriam mas o cro magnon deixaria uma herança genética ao homo sapiens sapiens criada justamente pelo cientistas atlantes desta época: o marcador genético M343.






Se recuarmos mais um grande ciclo, chegaremos exatamente ao ano 80 mil AC, novamente no inicio de uma era astrológica de Áries também demarcado pela rara conjunção entre Alcyone e a estrela polar, o que de certa forma pode ter servido como um “marcador” para a construção exatamente no Egito e quando esse alinhamento ocorresse no grande ciclo seguinte, tanto para a pirâmide egípcia como a pirâmide atlanteana. Temos, portanto, marcados esses grandes ciclos:






80 mil anos a.c - Afundamento de parte da Atlântida, início da era astrológica de Áries, conjunção entre a estrela polar e Alcyone com o local onde no futuro seria erguida a grande pirâmide egípcia.






53.800 anos a.c – Construção das grandes pirâmides, atlanteana e egípcia, marco do início do aprimoramento genético da espécie humana homo sapiens pelos atlantes, início da era astrológica de Áries, pirâmide egípcia perfeitamente alinhada com o raro fenômeno de Alcyone e estrela polar alinhadas, marco do início da penúltima Era de Ouro da Atlântida.






28 mil anos a.c – Início da Era astrológica de Áries, novamente Alcyone alinhada no topo da grande pirâmide egípcia demarca o fim do homem de neandertal , o trabalho de aperfeiçoamento do gênero homo sapiens avança






10.838 anos a.c – Início da Era astrológica de Leão e da última Era de Ouro da Atlântida , início da construção da Esfinge






10.500 anos a.c – Encarna no Egito Toth, iniciado atlante






9.564 anos a.c – Afundamento da Atlântida, extinção do homem de Cro Magnon, início dos 100 períodos do atual século cíclico terrestre. O afundamento do território atlante provocou tsunamis em todas as áreas costeiras do planeta, atingindo com mais força principalmente o Caribe, Europa , noroeste da África e toda a área costeira do mar Mediterrâneo eventos que causaram a extinção do Cro Magnon bem como produziram uma tsunami que invadiu o planalto de Gizé quebrando a cabeça (de Leão) da Esfinge, que foi levada pelo mar e encontra-se hoje nas águas entre a ilha de Sucutra e de Seycheles próxima à costa da Somália.
















2.170 anos a.c – Início da Era astrológica de Áries, nesse período de 2160 anos Moisés encarna 3 vezes (como o próprio Moisés e mais duas vezes) preparando o caminho de Jesus, que realiza sua redução perispiritual a partir de 981 a.c. Se no último alinhamento entre Alcyone, estrela polar e a pirâmide de Gizé ocorreu o aperfeiçoamento do homo sapiens criando as bases do que atualmente é o homo sapiens sapiens, nesse novo alinhamento 26 mil anos depois ocorre o aceleramento do processo de divulgação da mensagem monoteísta, da espiritualidade e do evangelho de amor , a era dos avatares que engloba as eras astrológicas de Áries (Cordeiro) e Peixes tendo na sua figura máxima o cordeiro de Deus pescador de homens, Jesus, e tendo como grandes avatares Moisés, Elias, João Batista, João Evangelista, Maria, Maria Madalena, Gautama, Zoroastro, Lao Tsé, Confúcio, Hillel o ancião, Francisco de Assis, Maomé, Gandi, João 23, Chico Xavier, Nelson Mandela e Teresa de Calcutá






4.300 – Esse ano demarca o início da Era astrológica de Capricórnio e o início de uma grande era astrológica de quase 26 mil anos. Durante os 21 séculos da Era de Aquário, a Terra gradativamente elevará a vibração da sua matéria (princípio material) fazendo com que a vida deixe de se manifestar no plano físico e se manifeste onde é hoje é o plano astral.






Mas alguns podem perguntar: mas Zé, se o tal alinhamento de Alcyone- estrela polar - grande pirâmide ocorre a cada 25827 anos e o último ocorreu em 2170 a.c, como que teremos uma grande mudança em 2036, com a energia vinda de Alcyone em direção da Terra, se um próximo alinhamento como esse ainda levará mais de 20 mil anos pra acontecer?






A resposta está nos períodos que compõe o século planetário terrestre de 11.600 anos. A partir de 2170 a.c, ano que ocorreu o último raro alinhamento entre Alcyone, pirâmide de Gize e estrela polar, tivemos um período começando alguns anos depois, em 2140 a.c. Desse período, de número 65 até o final do “século”, no período 100, quando então começa o novo século planetário exatamente em 2036, teremos exatamente 36 períodos completos de 115 anos.






Esse raro alinhamento de Alcyone, pirâmide Gizé e estrela polar, não demarcou a construção da pirâmide Gizé, mas sim o início da contagem até o ápice da Tribulação, pois 36 períodos inteiros depois desse alinhamento, chegamos exatamente ao ano 2036.









Pra maiores informações sobre a ação da energia vinda de Alcyone no processo do exílio planetário e a questão de 2012 basta acessar o link: AQUI





Podemos observar nesses grandes períodos a importância da energia vinda de Alcyone nessas grandes mudanças cíclicas da Terra. Mas afinal, a Terra e o Sistema Solar giram entorno de Alcyone? Vejamos a imagem abaixo e a teoria sobre o Sistema Solar girando entorno de Alcyone e de ciclos em ciclos entrando e saindo de eras de escuridão e eras de luz.



















Segundo a teoria, esse movimento do sistema solar ao redor de Alcyone levaria exatamente uma era astrológica completa, ou seja, aproximadamente 26 mil anos (12 x 2160). Durante esse período o sistema solar e a Terra ficariam mergulhados na escuridão em dois períodos de 10.800 anos e mergulhados em eras de luz por 2160 anos também em dois períodos. A teoria diz que em 21 de dezembro de 2012 a Terra estará plenamente mergulhada no cinturão de fótons, entrando numa nova era de luz de 2160 anos que coincide também com o inicio da Era de Aquário segundo a teoria. Segundo essa teoria, a Era de Aquário começará em 2012 e a última Era de luz começou no último ciclo de Leão a aproximadamente 10.800 a.c.






Vamos então analisar alguns fatos:






O primeiro deles, já mostrado aqui, é que a Era de Aquário não começa em 2012, mas sim em 2658 (ou seja, pra daqui a mais de 500 anos) e mesmo com boa vontade, considerando já a vibração de Aquário na Era atual de Peixes, como muitos astrólogos fazem e eu expus aqui, mesmo assim só entraremos na Era de Aquário em 2127, ou seja, daqui a mais de cem anos.






O segundo ponto: segundo essa teoria, a última "era de luz" foi de 10.800 até 8640 a.c, vimos que realmente uma era de luz se iniciou na Atlântida, o problema é que logo em seguida vieram os rebeldes capelinos e um grave período de guerras que inclusive fez a Atlântida afundar, exatamente no meio desse período da Era de Leão, algo que não condiz absolutamente em nada com uma era de luz.






O terceiro ponto: A Terra é um mundo de expiação e provas, isso é algo facilmente observável, entretanto existem diversas informações de fontes espíritas e espiritualistas sobre a existência de civilizações muito mais evoluídas que a Terra dentro do sistema solar, mundos como Júpiter e Saturno, muito acima evolutivamente da Terra, mundos inclusive que já passaram pelo nível de regeneração e se tornaram lares de almas evoluídas moralmente. Ora, como explicar que esses mundos fossem arrastados para longas eras de escuridão do sistema solar junto com a Terra? Como explicar que os mundos do sistema solar ficassem fadados a viver ciclicamente sempre entre milhares de anos na escuridão e poucos milhares de anos na luz? Do ponto de vista da lógica, da evolução dos mundos, isso não faz o menor sentido.






Mas estes são apenas os pontos que levam em conta conhecimentos elementares de Astrologia e da história humana (como o afundamento da Atlântida narrado por Platão). Temos algumas questões de simples lógica astronômica que impedem a veracidade da teoria de Alcyone exercendo o centro de um sistema estelar onde o nosso sistema solar orbitasse ao seu redor. Vamos às questões de ordem astronômica:






As Plêiades (onde está localizada Alcyone) estão a aproximadamente 125 parsecs ou 407.5 anos luz de nosso sistema solar. Um cálculo rápido mostra que se nosso Sol estivesse nesta órbita, então sua velocidade orbital seria de um pouco mais de um décimo da velocidade da luz. Isto é aproximadamente 32,000 Km/seg. Esta velocidade seria aparente, não só para astrônomos, mas para todas pessoas, já que as constelações mudariam dramaticamente no curso de uma única vida se isto fosse verdade. A questão é que esse drástico movimento não ocorre, o que por si só já invalida a teoria dos defensores de uma era de luz em 2012.






As Plêiades são um agrupamento de aproximadamente 100 estrelas com uma idade média estimada em 78 milhões de anos. Estas são estrelas muito jovens, muito mais jovens que nosso próprio Sol, que se estima ter 5 bilhões de anos, muito mais jovens até mesmo que nosso próprio planeta, a Terra. Estudos dos movimentos próprios destas estrelas, ou de seu movimento pelo espaço, mostraram que elas estão no processo de dispersão. Não há nenhuma evidência que estas estrelas orbitem Alcyone. Não há nenhuma evidência de planetas ao redor (orbitando) de quaisquer destas estrelas (Plêiades).






Por uma simples questão de lógica, o Sol, a Terra e demais planetas do sistema solar, muito mais antigos que Alcyone A (estrela Eta Tauri) ou qualquer das estrelas do aglomerado das Plêiades, não poderiam orbitar estrelas que sequer existiam, a bilhões de anos, quando o Sol e os planetas do sistema solar já existiam.






Mas não acaba por aí, existem ainda outros problemas: O Sol se afasta 7 mil kilômetros por segundo de Alcyone. Caso estivesse orbitando a brilhante estrela das Plêiades isso jamais aconteceria. Tanto o Sol como todo o Sistema Solar orbita o centro da Via Látea, a uma velocidade média de 215 km/s e leva 225 milhões de anos aproximadamente pra dar uma volta completa na galáxia (no caso a galáxia que o sistema solar está inserido chama-se Via Látea). Se o Sol seguir alguma estrela e se seguir, será a estrela Vega da constelação de Lira, a qual o Sol segue em sua direção aproximada ao longo do seu movimento orbital na galáxia.












Mas faltou ainda uma questão: os defensores da teoria de Alcyone como centro de um sistema orbitado pelo nosso Sistema Solar, com início de Era de luz, apocalipse maia e outras baboseiras, afirmam que 4 astrônomos, após “amplos e minuciosos cálculos” atestaram que essa teoria é verdadeira. Os nomes citados são esses: Friedrich Wilhelm Bessel, Paul Otto Hesse, José Comas Sola e Edmond Halley. Pra começo de conversa, um deles nunca foi astrônomo, trata-se de Paul Otto Hesse que foi um escritor esotérico alemão que publicou um livro em 1949, chamado “O Dia do Juízo” (The Recent Day / Der Jungste Tag) onde ele apresenta essas idéias do Sol e do Sistema Solar orbitando Alcyone, sem qualquer base científica pra tal afirmação e rejeitando todos os dados básicos de Astronomia que foram mostrados até aqui. Mas e os demais três nomes, que realmente foram astrônomos?






Edmond Halley - britânico, astrônomo e matemático (1656-1742)


Friedrich Wilhelm Bessel - alemão, astrônomo e matemático (1784-1846)


José Comas Sola – espanhol, astrônomo (1868-1937)






Nenhum dos três jamais participou ou apoiou qualquer estudo ou hipótese de uma possível órbita do Sol em torno de Alcyone. Halley e Bessel estudaram as Plêiades, mas seus estudos foram voltados para o movimento próprio de suas estrelas, o que nada tem a ver com as idéias de Paul Hesse. Sola realizou amplos estudos voltados pra descoberta de asteróides (descobriu 11) também escreveu em um jornal quinzenalmente de 1893 até 1937 artigos sobre Astronomia, assim como publicou alguns livros e em nenhum deles defendeu tal idéia do Sol orbitando Alcyone.






Quem quiser conferir a páginas deles:






José Comas Sola: AQUI






Edmond Halley: AQUI






Friedrich Wilhelm Bessel: AQUI






Paul Otto Hesse: AQUI









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Em virtude de todas essas evidências cristalinas é possível afirmar sem a menor sombra de dúvida: A Terra e o Sistema Solar não orbitam Alcyone, assim como não adentraremos em Era de Luz alguma em 21 de dezembro de 2012.






Que alguns médiuns espíritas e espiritualistas possam pesquisar mais e não ir “na onda” de teorias furadas como essa de “era de luz em 2012” ou “Sol orbitando Alcyone”, pois muitos médiuns, escritores e palestrantes têm repetido esses absurdos em livros e palestras e o pior: alguns dizendo que receberam tal informação mediunicamente, certamente algum animismo ou algum espírito fanfarrão que se aproveitou da invigilância de tais médiuns.






Eu espero que esses dois textos tenham ajudado aos buscadores de informações sobre a espiritualidade e as transformações da Terra, pessoas que possuem um olhar de pesquisa, de comparação racional e científica e que não se deixam iludir por teorias esquisotéricas fantasiosas.







fonte: http://profeciasoapiceem2036.blogspot.com.br/2012/06/atlantida-2036-e-os-ciclos-planetarios_28.html